
Reli o texto que postei aqui ontem e percebi que falei o quanto era bom, falei do Woody Allen, mas esqueci de falar um pouco mais sobre a história.
Então lá vai:
Jerry Falk (Jason Biggs) é um escritor de comédias, que apesar de estar na casa dos 20 anos, já foi casado e se divorciou. Agora ele mora com a namorada Amanda (Cristina Ricci) que logo no inicio se mostra completamente neurótica, mas segundo Jerry é um doce de pessoa. Com o desenrolar da história vemos Jerry metido nas mais diversas confusões familiares, que também incluem a sua sogra que, como a filha, não bate muito bem da cabeça.
Para tentar se manter são e procurar por respostas, Jerry freqüenta um psicólogo que o deixa mais frustrado ainda, não o ajuda em nada e se mantém calado e distante na maior parte da consulta. Até esse ponto o espectador acredita que a única solução para Jerry é o suicídio, isso porque ainda não foi mostrado que ele tem um empresário (Danny Devito) que é totalmente desacreditado no mercado profissional, quase não arranja contratos e dos poucos que consegue leva 25% do lucro.
Nesse meio termo Jerry conhece outro escritor, talvez o mais maluco de todos os personagens que já apareceram até aqui, David Dobel (Woody Allen). Dobel é extremamente paranóico e verborrágico, a cada cinco minutos de conversa solta uma palavra totalmente desconhecida, o que impressiona Jerry, que com o passar do tempo passa a ver uma certa razão no discurso inflamado e ensandecido do velho escritor.
Então lá vai:
Jerry Falk (Jason Biggs) é um escritor de comédias, que apesar de estar na casa dos 20 anos, já foi casado e se divorciou. Agora ele mora com a namorada Amanda (Cristina Ricci) que logo no inicio se mostra completamente neurótica, mas segundo Jerry é um doce de pessoa. Com o desenrolar da história vemos Jerry metido nas mais diversas confusões familiares, que também incluem a sua sogra que, como a filha, não bate muito bem da cabeça.
Para tentar se manter são e procurar por respostas, Jerry freqüenta um psicólogo que o deixa mais frustrado ainda, não o ajuda em nada e se mantém calado e distante na maior parte da consulta. Até esse ponto o espectador acredita que a única solução para Jerry é o suicídio, isso porque ainda não foi mostrado que ele tem um empresário (Danny Devito) que é totalmente desacreditado no mercado profissional, quase não arranja contratos e dos poucos que consegue leva 25% do lucro.
Nesse meio termo Jerry conhece outro escritor, talvez o mais maluco de todos os personagens que já apareceram até aqui, David Dobel (Woody Allen). Dobel é extremamente paranóico e verborrágico, a cada cinco minutos de conversa solta uma palavra totalmente desconhecida, o que impressiona Jerry, que com o passar do tempo passa a ver uma certa razão no discurso inflamado e ensandecido do velho escritor.
“Igual A Tudo Na Vida” – originalmente “Anything Else” - é um desses filmes de titulo simples, mas com história complicada que vai se resolvendo aos poucos. Não tem grandes pretensões de passar uma lição de moral, mas ensina muito a quem presta atenção nos pequenos detalhes.
Um comentário:
agora sim... heheh
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